
IFAL esclarece que preso na Operação Face Oculta é terceirizado, e não docente da instituição
O Instituto Federal de Alagoas (IFAL) divulgou, nesta quinta-feira (23), um esclarecimento sobre um dos investigados presos durante a Operação Face Oculta, deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas. A instituição informou que o homem não faz parte do quadro de professores, mas atua como prestador de serviços contratado pela empresa terceirizada Alerta Serviços.
A nota foi publicada após a repercussão da operação realizada na última quarta-feira (22), que resultou na prisão preventiva de dois homens investigados por estupro de vulnerável.
"Ainda sobre os fatos divulgados pela imprensa da Operação Face Oculta na última quarta-feira (22), o Instituto Federal de Alagoas esclarece que a pessoa envolvida no caso não é professor da instituição, e sim um profissional prestador de serviços, contratado pela empresa terceirizada Alerta Serviços", informou o IFAL.
Relembre o caso
Segundo a Polícia Civil, um dos presos é investigado por abusar sexualmente de uma adolescente que foi sua aluna. As investigações apontam que os crimes teriam começado quando a vítima tinha 11 anos e se prolongado por vários anos. Durante o cumprimento dos mandados, um aparelho celular e um veículo foram apreendidos e serão submetidos à perícia.
O segundo investigado é suspeito de estuprar uma criança de dois anos da própria família. Além da violência sexual, a Polícia Civil informou que as investigações identificaram indícios de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, bem como elementos relacionados à prática de maus-tratos contra animais.