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Publicado em 02/06/2026 - 08h44min
Cícero Filho e a reconstrução da relevância pública da Superintendência do Trabalho
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Cícero Filho e a reconstrução da relevância pública da Superintendência do Trabalho
Em um cenário onde muitos órgãos públicos acabam presos à burocracia e à invisibilidade institucional, um gestor federal tem chamado atenção em Alagoas pela capacidade de articulação, entrega de resultados e presença pública: o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Cícero Filho.

Se existe hoje um nome que pode ser apontado como um dos principais gestores federais em atuação no estado, esse nome é Cícero Filho. E a consolidação desse reconhecimento ganhou um marco definitivo com o sucesso da Semana Nacional do Trabalhador e Trabalhadora, iniciativa que reuniu órgãos públicos, entidades patronais, sistema de Justiça, centrais sindicais e instituições parceiras em uma mobilização inédita na história recente de Alagoas.

Além de abrir as portas da Superintendência, o diferencial de Cícero está na capacidade de dialogar com todos os setores. Em tempos de polarização e disputas permanentes, Filho conseguiu construir pontes, mantendo relação de cooperação com os diversos atores do mundo do trabalho (isso foi dito recentemente em uma audiência pública na Câmara Municipal de Maceió). Sindicatos de trabalhadores, setor patronal, órgãos de Justiça (MPT, TRT) e demais instituições públicas, reconhecem que a capacidade de articulação tem sido uma das principais marcas do superintendente.

Outro aspecto que merece destaque é a recuperação da relevância institucional da Superintendência Regional do Trabalho. Durante anos, o órgão permaneceu distante do debate público, com pouca visibilidade e reduzida participação nos grandes temas do mundo do trabalho. Hoje, a realidade é outra. A Superintendência voltou a ocupar espaços estratégicos, liderar discussões importantes, promover conferências, audiências públicas e ações voltadas à proteção e valorização da classe trabalhadora.

Mesmo diante de limitações estruturais, dificuldades orçamentárias e da própria complexidade do serviço público federal, a gestão conseguiu imprimir uma identidade de presença, diálogo e ação. Mais do que administrar um órgão, Cícero Filho parece ter compreendido algo fundamental: instituições públicas só ganham força quando conseguem se conectar com a realidade das pessoas.

O resultado é que a SRTE/AL voltou a ser vista, ouvida e procurada. Em tempos que a população cobra resultados concretos dos gestores públicos, talvez esse seja o maior indicador de sucesso de uma gestão, transformar invisibilidade em protagonismo.
(Assessoria)
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